SRA DA NAZARÉ (João Nobre) Sra da Nazaré rogai por mim Também sou um pescador que anda no mar Ao largo da vida aproei nas vagas sem fim Está o meu barco de sonhos quase a naufragar As minhas redes lancei com confiança Colhi só desilusões no mar ruim… Perdi o leme da esperança Eu não sei remar assim Sra da Nazaré rogai por mim
Como hoje estou demasiado cansado para escrever aqui mais do que 3000 caracteres, vou resumir, bem resumido, o concerto de ontem… OS 140 ANOS do Banco Espírito Santo, no Pavilhão Atlântico.
1. The Gift+Amália Hoje+Gaivota - Muito muito bom! Apesar de ter preferido a versão da Gaivota com Ana Moura, confesso que a Gaivota dos Hoje voou dentro do meu coração (foi bonito agora, não foi!?" (detalhe altamente privado: “não, não mostraram os sapatos!”
2. Ana Moura – Poderosa, do voz aos brilhantes da roupa que quase tiraram a visão aos accionistas do BES que estavam sentados na primeira fila.
3. Yola semedo – uma grande surpresa vinda de Angola. É conhecida como a rainha das Kizombas mas mostrou-nos uma outra faceta… (Curiosidade – Cantou uma versão do Halo da Beyonce talvez melhor do que a original…)
4. Waldemar Bastos - prometeu abrir conta no BES em pleno concerto. Africanidades porreiras.
5. Margarida Pinto Correia – a apresentadora do evento. (reparo editorial proferido pela minha companheira de Show: “mas ela não devia estar a usar o relógio da casa do Gil?”)
6. Luís Represas… arrumou-lhe, obviamente, com a Florbela… “e é amar-te assim… perdidamente…”
7. Tito Paris - “A música não tem fronteiras. Aqui está a minha teclista vinda de Cuba! Ué? Já se foi?!”. Mais africanidades carregadas de bom astral.
8. Vanessa da Mata- Um dos pontos altos da noite. Boa Sorte… acabou...la la la I have nothing left to say| It’s only words |And what I feel| Won’t change…
9. António Zambujo – Apesar de apenas ter feito um dueto (lindo)com Vanessa da Mata, comprovou aquilo que eu acho a seu respeito: a sua voz única é inigualável e é talvez uma das melhores vozes masculinas de Portugal…
10. Paulo Gonzo – Pois, nem tudo é perfeito, não é? Senti-me dentro de um genérico das novelas da Tvi…
11. Daniela Mercury- Esquecendo o dueto com Paulo Gonzo (no grande clássico Jardins proibidos), a brasileira conseguiu pôr a dançar centenas de depressivos e cinzentos funcionários do BES. Até o big boss Espírito Santo se balanceou – a muito custo e insistência- agarradinho à Daniela.
12. No final, à saída, houve direito a brinde com Champanhe para todos os convidados! (O BES, que é um banco chique, que me desculpe, mas aquilo não era champanhe, não era nada…! Acho que nem o espumante do LIDL consegue ser tão mau!"…) – Fiquei tão, mas tão ofendido com tamanha falta de consideração que, de vingança, trouxe o flute para casa. A desilusão chegou depois… também o flute, que eu julgava ser da Atlantis, tem “IKEA” escrito na sua base.
Pois pois, por acaso até tenho vídeos. Mas tenho mais do que fazer na vida… ok?
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Manelito Caracol
às
8:18
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Quarta-feira, Novembro 18, 2009
Chegou ainda ontem ao meu email a nova crónica do meu amigo António Lopes. Nazarenos e Nazarenas, deliciem-se...
“ A MINHA TERRA “
« EU FAÇO PARTE DESTE POVO , DESTE MAR »
SESMATARIAS parte 3
"Olá a todos viva, cheguei “são e salvo” de mais uma “batalha” das muitas que quando chega o sol me vejo forçado a enfrentar, mas destas “batalhas” que venham muitas pois são elas que nos permitem enfrentar a vida com um sorriso no rosto (já começou a filosofia).
Pois é……peço desculpa a todos pela demora mas é que no Verão o meu tempo é completamente limitado e o que me resta aproveito para dormir, pois todos os segundos são bem-vindos tal é a canseira.
Dizia eu que é uma “batalha”….é…e bem dura aquela que travo com os berbigões e “cas” amêijoas (e não é que ganham-me sempre) que quando chega a noite rendo-me completamente ás ordens soberanas do Deus do Sono (será que existe ?).
Mas agora está mais calmo, as forças estão retemperadas graças também aos dias bem passados em MAGALLUF(onde encontrei uma praia acolhedora) e a um clima que apesar de ser um pouco instável, quando o sol brilha se não estivermos “á viva” ficamos pior “cá MECINHA DO APITE” e “ACORDAMOS CMÓ MA LAGOSTA”.
Bonita ilha a de Palma de Maiorca, nunca lá tinha estado e adorei aquele lugar.
Capital Palma é deslumbrante, imponente a catedral de estilo gótico que tem a maior rosácea da Europa. A espaços no meio da cidade deparamo-nos com alguma arquitectura do mesmo estilo .
A importância de uma grande marina com iates e navios “até perder de vista” mostram bem o nível de turismo e de vida que por lá se faz.
Num dos passeios em que me aventurei visitei duas grutas que «nuestros hermanos» designam de «cuevas» de DRACH e HAMS, autênticas maravilhas que a mãe natureza faz questão de nos ofertar e onde numa delas (drach) assisti a um espectáculo sublime: No maior lago subterrâneo da Europa (lago Martel)senti as emoções de um concerto de musica clássica onde os interpretesmostravam os seus dotes a bordo de três “lanchinhas” iluminadas que no momento eram a única luz existente na gruta.
Á !!!! de volta a MAGALLUF só para dizer que as “canhas” naqueles barzinhos ao pé da praia eram do “má baril”.
Como sempre neste tipo de férias o pior para mim é o transporte, é que não há “mê de fazerem” auto-estradas para aviões e assim o avião não precisava de decolar…..
Ora bem, já chega de falar das férias, e de Magalluf, e de catedrais….,tudo muito bonito, e agora eu pergunto: e a “Pedra D´Inguelhim”? e a “Pedra da Panela”? e a “Arêa branquinha ? e o Mar que a “Beija”? Pois……podemos ver tudo e mais alguma coisa, mas quando chegamosa este cantinho á beira-mar plantado, tudo em nós se transforma ao depararmo-nos com o misto de sensações que nos invadem.
Introdução feita, retomo aqui as ideias que ficaram em suspenso (e ainda não caíram) do ultimo texto:
- Falar das marchas populares e por conseguinte de uma senhora que muito admiro e estimo «Ana Maria Mendes»
Seguimos já por aqui; Graças a esta senhora, em 2008 vivi mais uma experiência única quando fui convidado para ser padrinho da sua marcha. A forma como o convite me foi feito deu para perceber que era para ela uma honra eu aceitar tal desígnio e com orgulho o fiz.
Foi bonito desfilar pela Nazaré apadrinhando um grupo de mulheres tão bonitas que tal como todas as outras marchas “enfeitam” a nossa marginal de cor,alegria e beleza.
Deixem-me enaltecer esta senhora que muito tem feito pela cultura da Nazaré.
Sim….porque ranchos são cultura, marchas de Carnaval são cultura, musicais são cultura, operetas são cultura, cegadas fazem parte também da cultura de um povo, já para não falar de outros eventos beneficentes como por ex. “O Cortejo das Ofertas”.
Uma senhora que desde pequeno aprendi a admirar, cujo trabalho sempre fui um apreciador e por isso lhe peço que continue a presentear-nos com os “quadros culturais” que espontaneamente vai “pintando”.
Falar do “NÊGA” é falar de uma parceria que escolhi para me ajudar a seguir pelas “ruas” de uma vida.
Sim, é o “NÊGA” e a “Rádio Nazaré” o meu refúgio para muitos momentos da minha existência quer eles sejam bons ou menos bons.
Deixando um pouco a filosofia de lado, para dizer que sem dúvida são momentos agradáveis aqueles que passo aos comandos de um programa que é já um clássico da estação oficial da minha terra.
Quando aos sábados de manhã, depois de um erguer de cama por vezes tormentoso, principalmente no verão….sim porque não é fácil chegar a casa duas…três da manhã “derrotado” da tal “batalha” com os berbigões e “cas” amêijoas e levantar-me ás oito horas. Mas essas três horas que passo na rádio são um tónico purificador anti-stress, anti cansaço, anti chatices, anti “tudo e mais alguma coisa” que me liberta o espírito e me conduz para mais uma semana de frenesim.
Era ao som de um dos meus temas preferidos do “REI” da música lá do outro lado do atlântico que eu navegava pelos namoricos de adolescência que coloriam os nossos sonhos. Foi precisamente em homenagem a esse tema dançado vezes sem conta nos “bailes da vida”, onde percorria com a cumplicidade do meu par cada metro da sala do Casino que decidi designar de “NÊGA” o programa quando me deu a “pancáda” de fazer rádio.
Dizia eu há pouco tempo num programa onde foram entrevistados os três locutores mais antigos e ainda em actividade na Rádio Nazaré e cujo pódio eu tinha um lugar marcado, que a Rádio faz parte da minha vida e enquanto ela me der prazer (e continua a dar como da primeira vez que me sentei num estúdio) eu lá estarei a fazer companhia a uma legião de ouvintes fieis que “modéstia á parte” esperam por mim a cada manhã de sábado.
Em 2009 comemorámos 21 anos de “NÊGA” e 13 de “Nazaré dos Meus Encantos”. Se mantiver comigo a ideia que tenho hoje espero aos 25 anos de “NÊGA” fazer uma grande festa numa das salas emblemáticas da minha terra.
E agora “Viró disque e tócó mêsme”. Nestas minhas “sesmatarias” tenho dado conta da paixão que me une á minha terra e que me torna submisso a toda a sua beleza. No último texto falava eu de uma reportagem no Canal V sobre a Nazaré. Daí e até ao momento foi uma sucessão de acontecimentos e ou eventos que levaram bem longe esta terra, este cantinho á beira-mar.
A presença da Alzira no programa “As Tardes da Júlia” é digna de figurar nos arquivos culturais da Nazaré. Alegre, simpática, espontânea, verdadeira, sem fingimento nem teatralização, são alguns dos adjectivos que encontro para descrever esta senhora simples que muito estimo e admiro também.
O seu “á vontade” e a forma directa no diálogo com aquela “grande senhora” da televisão Portuguesa. Revejo ainda em pensamento o gesto frequente de levantar o dedo indicador enquanto falava, típico da mulher da Nazaré.
Parabéns Alzira, a Nazaré tem orgulho de te acolher no seu regaço.
Outros canais de televisão não resistiram á beleza e aos encantos da Nazaré, fazendo programas em directo da nossa terra: “Verão Total” da RTP1 e “SIC ao Vivo” são disso exemplos.
Parafraseando um tema Nazareno para concluir.
“Nazaré é mar e dor, Nazaré é esperança e vida, Nazaré é meu amor é minha terra apetecida”.
Bem está na hora da despedida, em breve vai começar a “sesmataria” das marchas: «rimas “pá li”, rimas “pá quelá”, esta na fica bem aqui, esta também na fica bem lá», é assim o “Tóque Imbòque” da feitura das marchas, horas e horas no “mundo da lua” à procura da melhor rima, da melhor expressão, mas atenuadas depois pelo prazer de ouvir o “produto final”, quando está tudo prontinho, gravado, cantado e “bálháde”
Fica já aqui então o mote para um dos temas da próxima “sesmataria”
Fiquem bem, atenção ás castanhas e á água-pé. Brevemente voltarei para continuar a “SISMAR” no blog do Manelito.
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Manelito Caracol
às
21:22
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Terça-feira, Novembro 17, 2009
Eu, que sou uma pessoa que já teve e/ou tem conta bancária em inúmeros bancos do nosso mercado (o que não significa que todas elas tenham saldo positivo…): Millennium, Crédito Agrícola, Caixa Geral de Depósitos, Montepio Geral e Barclays, acabo de receber dois convites para isto…
Como a imagem não tem grande qualidade, eu explico.
Trata-se de um convite para assistir ao concerto privado do 140.º aniversário do Banco Espírito Santo, amanhã, no Pavilhão Atlântico, onde terei o prazer de poder ouvir The Gift/Amália Hoje, Ana Moura, Luís Represas, Yola Semedo, Tito Paris, Waldemar Bastos, Vanessa da Mata, António Zambujo, Paulo Gonzo e Daniela Mercury… (chega, não?!)
Vou então eu a um concerto de um banco onde não tenho conta e nunca pensei ter (“ouvi dizer que o BES cobra taxas absurdas!”), quando, na verdade, pensava eu que tinha acabado de abrir conta num-dos-bancos-mais-chiques-e-in-de-Portugal.
Amigo Augusto, meta os olhos nisto…
Agora, finalmente, resta o mais importante: agradecer com um grande abraço àquele que é o mais simpático dos activos financeiros do BES… o meu amigo Ismael… o homem das motas, da alopecia, da esposa e das filhas giras, dos computadores lentos, das bicicletas, das casas para vender e que custam milhões……
Comece já a pensar no Natal! O Manelito dá uma ajuda e deixa aqui uma sublime selecção de produtos:
1.O CINZEIRO QUE TOSSE - O que oferecer a um fumador inveterado? E que tal o cinzeiro que tosse? Quem sabe se o som da tosse sufocante e obstinada não o faz deixar o vício? De design clássico, dispõe de 4 sensores que, de cada vez que o fumador incompreendido apoiar o cigarro sobre o cinzeiro, se accionarão para que este comece a tossir. Não lhe garantimos que o fumador inveterado apague o cigarro mas de certeza que ficará com alguns remorsos! Botão ON/OFF. Cor preta. Funciona com 2 pilhas AA (incluídas). Dim.: 9,5 x 9,5 x 4 cm.
2.PAPEL HIGIÉNICO SUDOKU - O Sudoku tornou-se, em pouquíssimo tempo, um dos jogos de inteligência mais populares do mundo. Não precisa de ser um génio em matemática... tudo o que necessita é de muita lógica e muita paciência! Desta vez, em vez de ler jornais e revistas, por que não manter em forma o seu cérebro, desafiando-o para uma partida de Sudoku... sobre papel higiénico? Em cada rolo de facto estão impressas as tabelas do jogo de sudoku. Extravagante descoberta, para as visitas à casa de banho, óptima ideia para presente para os apaixonados deste jogo.
3.PORTA CARTAS - Jogar às cartas é um hobby divertido e relaxante. Mas às vezes manter as cartas todas na mão pode tornar-se… um stress! Mas eis que chega este útil suporte: fabricado em madeira, permite-lhe organizar e ver todas as suas cartas. Basta enfiá-las na ranhura, uma a uma e... bom jogo! Cor: madeira clara. Dimensões: (L x A x P) 45 x 1 x 3,5 cm aprox. Cartas não incluídas.
4.A JARRA INSUFLÁVEL- A base e a boca da jarra são reforçados, tornando-a muito estável. Dim.: 27,5 cm alt. x 6 cm (ø boca) e 12,50 cm (ø base).
Escrevi. Apaguei. Escrevi. Apaguei. Odeio sentir-me assim, com um turbilhão de vontades e palavras na cabeça e ter de estar para aqui a medir as frases com fita métrica. Quero lá saber. Vou directo à questão: Hoje uma colega minha fez-me sentir aquilo que eu odeio sentir por alguém – nojinho. Chamo esse sentimento de “nojinho” porque não conheço nenhum outro que se possa apresentar como seu sinónimo. No meu “nojinho” existe um misto de vontade de dar um pontapé em alguém, não acreditar no que me está a acontecer, achar que estão a gozar comigo, sentir-me desprezado, indesejado e sei lá mais o quê. É nojinho e pronto!E olhem que já estou a ser simpático ao utilizar um diminutivo.
O que me revolta nesta história é que a minha preocupação era por um todo, um grupo, uma vontade enorme de que as coisas corressem pelo melhor…
Mas não…
Com toda a sinceridade, senti que a outra parte me estava a dizer disfarçadamente “estou-me a cagar para isso! não me chateies!”. Antes tivesse dito! Eu teria preferido assim! Pelo menos teríamos logo ficado esclarecidos.
Mas não. São doutoras! São colegas minhas, professoras, mas de outra classe! Nós, os subalternos do 1º ciclo somos os palhaços e se tiver de haver culpa de alguma parte, seremos nós, os professores do 1º ciclo, os eternos responsáveis (pelo menos na boca das srºas doutoras!).
Calhou-me isto na rifa: uma “doutora” que me liga para perguntar como se liga um computador e se mete a chorar do outro lado da linha e uma outra “doutora” que só faltou escorraçar-me da sua frente.
E que culpa tenho eu, que só quero trabalhar e fazer o meu melhor?
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Manelito Caracol
às
23:16
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Domingo, Novembro 08, 2009
Todos sabem o quanto sou fã da Popota… e este ano – ao contrário do ano passado, onde ela se amantizou com o Tony Carreira – gosto muito do anúncio de Natal,… apesar de ter saudades de anúncios como este, imbuídos no espírito da quadra festiva.
Ora aqui está a Popota, numa versão alargada, curtindo no ginásio ao som dos Buraka:
Cary Brothers é um compositor e cantor de indie rock nascido em Nashville, Tennessee. Brothers ficou conhecido com a canção “Blue Eyes”, incluída na trilha sonora do filme Garden State.
Na infância Brothers dedicou-se ao estudo do piano, mas aos 13 anos trocou de instrumento para a guitarra, que toca até hoje.
As suas músicas também apareceram em vários seriados, como Scrubs, Kyle XY, Bones, Smallville, Grey’s Anatomy e ER. No cinema, a canção”Ride” está na trilha do filme The Last Kiss, com Zach Braff, Rachel Bilson e Casey Affleck.