Histórias com gente dentro é, na minha opinião, o melhor programa de tv a passar neste momento na televisão portuguesa.
marcante.
tocante.
divertido.
…
Histórias com gente dentro é, na minha opinião, o melhor programa de tv a passar neste momento na televisão portuguesa.
marcante.
tocante.
divertido.
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Como não quero carregar aqui o estabelecimento de vídeos, aqui deixo o link de 3 – velhinhos – mas muito bons…
Comece já a pensar no Natal! O Manelito dá uma ajuda e deixa aqui uma sublime selecção de produtos:
1.O CINZEIRO QUE TOSSE - O que oferecer a um fumador inveterado? E que tal o cinzeiro que tosse? Quem sabe se o som da tosse sufocante e obstinada não o faz deixar o vício? De design clássico, dispõe de 4 sensores que, de cada vez que o fumador incompreendido apoiar o cigarro sobre o cinzeiro, se accionarão para que este comece a tossir. Não lhe garantimos que o fumador inveterado apague o cigarro mas de certeza que ficará com alguns remorsos! Botão ON/OFF. Cor preta. Funciona com 2 pilhas AA (incluídas). Dim.: 9,5 x 9,5 x 4 cm.
2.PAPEL HIGIÉNICO SUDOKU - O Sudoku tornou-se, em pouquíssimo tempo, um dos jogos de inteligência mais populares do mundo. Não precisa de ser um génio em matemática... tudo o que necessita é de muita lógica e muita paciência! Desta vez, em vez de ler jornais e revistas, por que não manter em forma o seu cérebro, desafiando-o para uma partida de Sudoku... sobre papel higiénico? Em cada rolo de facto estão impressas as tabelas do jogo de sudoku. Extravagante descoberta, para as visitas à casa de banho, óptima ideia para presente para os apaixonados deste jogo.
3.PORTA CARTAS - Jogar às cartas é um hobby divertido e relaxante. Mas às vezes manter as cartas todas na mão pode tornar-se… um stress! Mas eis que chega este útil suporte: fabricado em madeira, permite-lhe organizar e ver todas as suas cartas. Basta enfiá-las na ranhura, uma a uma e... bom jogo! Cor: madeira clara. Dimensões: (L x A x P) 45 x 1 x 3,5 cm aprox. Cartas não incluídas.
4.A JARRA INSUFLÁVEL- A base e a boca da jarra são reforçados, tornando-a muito estável. Dim.: 27,5 cm alt. x 6 cm (ø boca) e 12,50 cm (ø base).
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Há miúdos que iluminam qualquer dia mais cinzento, nem que seja com o brilho dos olhos. O F. é um desses miúdos…
1.Vou ter saudades tuas.
2.Um beijinho.
3.Um abraço.
4. Uma palhaçada.
5.Esperamos por ti no Natal.
6.Boa viagem.
7. Até já.
Escrevi. Apaguei. Escrevi. Apaguei. Odeio sentir-me assim, com um turbilhão de vontades e palavras na cabeça e ter de estar para aqui a medir as frases com fita métrica. Quero lá saber. Vou directo à questão: Hoje uma colega minha fez-me sentir aquilo que eu odeio sentir por alguém – nojinho. Chamo esse sentimento de “nojinho” porque não conheço nenhum outro que se possa apresentar como seu sinónimo. No meu “nojinho” existe um misto de vontade de dar um pontapé em alguém, não acreditar no que me está a acontecer, achar que estão a gozar comigo, sentir-me desprezado, indesejado e sei lá mais o quê. É nojinho e pronto!E olhem que já estou a ser simpático ao utilizar um diminutivo.
O que me revolta nesta história é que a minha preocupação era por um todo, um grupo, uma vontade enorme de que as coisas corressem pelo melhor…
Mas não…
Com toda a sinceridade, senti que a outra parte me estava a dizer disfarçadamente “estou-me a cagar para isso! não me chateies!”. Antes tivesse dito! Eu teria preferido assim! Pelo menos teríamos logo ficado esclarecidos.
Mas não. São doutoras! São colegas minhas, professoras, mas de outra classe! Nós, os subalternos do 1º ciclo somos os palhaços e se tiver de haver culpa de alguma parte, seremos nós, os professores do 1º ciclo, os eternos responsáveis (pelo menos na boca das srºas doutoras!).
Calhou-me isto na rifa: uma “doutora” que me liga para perguntar como se liga um computador e se mete a chorar do outro lado da linha e uma outra “doutora” que só faltou escorraçar-me da sua frente.
E que culpa tenho eu, que só quero trabalhar e fazer o meu melhor?
Nisso elas têm razão: Palhaço! É isso que eu sou!
Já me dou por muito feliz se a minha resistência ao vírus da nova gripe fôr semelhante ao da Varicela.
A ver vamos…
Vou já avisando…
Que esta nova imagem do blog seja a única celebração desse dia tão triste, onde me transformarei num representante da casa dos trinta…
Todos sabem o quanto sou fã da Popota… e este ano – ao contrário do ano passado, onde ela se amantizou com o Tony Carreira – gosto muito do anúncio de Natal,… apesar de ter saudades de anúncios como este, imbuídos no espírito da quadra festiva.
Ora aqui está a Popota, numa versão alargada, curtindo no ginásio ao som dos Buraka:
Nunca, mas nunca, deixem arroz a cozer no fogão e se deitem no sofá a ver o Pacheco Pereira na televisão.
O homem é chato e dá sono…
É que depois, de repente, vão acordar com um cheiro intenso pela casa, uma caçarola nova destruída e a cozinha cheia de fumo.
Felizmente havia um resto de rúcula no frigorífico e assim não tive de comer o bife da vazia sem acompanhamento.
Bem, agora vou ali escavar num bloco de arroz negro numa panela para ver se a consigo salvar…
Maldito Pacheco Pereira!
Tínhamos estado os dois a rir. Ela de mãos nos bolsos, escondidas do frio, e eu muito concentrado nos miúdos que brincavam no recreio. Trocámos as mesmas palavras de sempre, afectuosas, no tom sarcástico e brincalhão de sempre.
Tocou a campainha e voltámos para dentro.
Foi ai que a sua vida mudou.
Em segundos.
Pela porta da escola entraram notícias cruéis. Mais frias do que o frio que ela sentia nas mãos.
Um frio que agora a marcará para sempre, mesmo que se cubra de roupas quentes…
Vida esta, a nossa. Ingrata. Cruel. Incerta. Aleatória.
D.I. aqui lhe deixo um beijo e um abraço. Um abraço quente, reconfortante, que a ajude a acalmar o frio.
Não é caso para alarmismos. Hoje faltaram 7 alunos à minha aula. Diagnóstico de todos eles: Febre.
E agora eu…
Estou com a garganta a arranhar, com arrepios de frio (saberia se é sinónimo de febre se tivesse um termómetro), com dores de cabeça e o nariz a pingar. Não estou – ainda – mal disposto mas acredito que não há-de faltar muito tempo para que eu esteja de joelhos na sanita.
Nada de alarmismos, portanto.
generosidade
s. f.
1. Qualidade daquele ou daquilo que é generoso; acção! generosa.
2. Liberalidade.
3. Magnanimidade.
E o que dizer deste site?
Gosto bastante. Simples, fluído, de fácil leitura, bem organizado, visualmente cuidado…
Deixa a anos luz o sítio da Rádio Nazaré… mas pronto, não vou bater outra vez no ceguinho!
O melhor dos Blogs sobre a Nazaré, sempre em grande: então não é que o Imagens com palavras (do meu caro Balau – com o qual partilhei nos últimos dias uma experiência gastronómica no facebook), descobriu que o menino Slater andou surfando na Nazaré “lá ao sul”? Muito bom. Muito bom.