Há alguns meses atrás:
“Foi um erro. Nunca se devia ter aproximado tanto de ti nem tão pouco viver em função de ti. Disse-me que perdeu muitas coisas. Enquanto esteve contigo deixou de viver outras coisas, conhecer outras pessoas, outros lugares, pessoas que gostem dela realmente…”
Não queria acreditar no que ouvia. Como posso eu ter feito assim tão mal a uma pessoa sem ter dado conta? Como não vi que essa pessoa se debatia em sofrimentos quando estava comigo? Como não reparei que essa pessoa estava infeliz? Estava a sentir-se sufocada?
Disse então à pessoa que me alertou:
Não te preocupes mais. Por mais que me custe (e sei que me vai custar muito) nada será como dantes. Farei questão de me afastar. Primeiro a pouco e pouco, depois cada vez mais, só para a ver feliz. E mesmo que o infeliz depois se torne eu, vou procurar devolver-lhe o espaço, a vida e o sorriso que parece ter perdido quando se “amarrou” a mim.
E assim foi…
… Talvez a maior das provas de amor!



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Só quem nunca leu com atenção um postezinho deste estaminé, acreditar-te-á capaz de fazer isso a alguém... não o serias, nem q quisesses, além de que, quem quer q seja q a ti se "amarre", muito terá a ganhar com isso, a aprender... mas, convenhamos, será que alguém amarra mesmo alguém, será alguém disso senhor? não creio... só amarramos, quem já tem as mãos prontinhas para ser enlaçadas, quem o quer ser, nunca o conseguiriamos fazer contra vontade...
e, com isto, não é que não te ache capaz de grandes provas de amor.. sê-lo-ás, com toda a certeza, para quem to merecer... um dia!
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