Descobri Zafón há um ano. A Sombra do vento. Li-o na praia de uma golfada, tal como se recorda aqui. Hoje, um ano depois, acabei de ler o Jogo do Anjo. E aqui estou eu, uma vez mais, sem palavras!
A leitura de “O Jogo do Anjo” foi uma depedência. Consumiu-me, agarrou-me e controlou a minha alma. Nos últimos dois dias não pensei em mais nada. A leitura tornou-se viciante e acelarada. E hoje, quando finalmente cheguei à página 568, abateu-se sobre mim uma tristeza enorme. De nostalgia, de saudade, de qualquer coisa. – Talvez seja essa coisa da “alma” dos livros, como Sempere dizia…
Como Carlos Ruiz Zafón já fez saber que não autorizará qualquer adaptação ao cinema, começam agora a surgir no Youtube alguns vídeos modestos que revelam o tipo de ambiente onde a história se passa.
Então, aqui fica o conselho:
Se ainda não tem livro para o Verão, escolha um dos dois…! Não se arrependerá.



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Por acaso fiquei ligeiramente desiludida com o Jogo do Anjo. AS expectativas eram altas devido ao livro anterior, e este tinha demasiado esoterismo/espiritismo/religião para o meu gosto pessoal.
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