Ora, se eu não passar por aqui até à Páscoa, desejo a todos uma Páscoa como a da Fátima Lopes (com a família, o cabrito assado no forno, as amêndoas, os chocolates, etc, etc…)
Eu entretanto vou estar de férias interrupção lectiva por aí…
Ora, se eu não passar por aqui até à Páscoa, desejo a todos uma Páscoa como a da Fátima Lopes (com a família, o cabrito assado no forno, as amêndoas, os chocolates, etc, etc…)
Eu entretanto vou estar de férias interrupção lectiva por aí…
E enquanto não nos livramos da chuva e do vento, ficam as saudades do sol, do mar, do Verão, do calor…
Quando acedi à aplicação, esta já se encontrava devidamente preenchida com alguns dos meus dados e valores.
Confirmei-os apenas e não lhes toquei. Estavam correctos.
Continuei então a preencher o formulário mas na hora de submeter apareceu-me um erro deste tipo:
“o valor declarado no campo X é superior ao valor constante no nosso sistema relativamente ao seu número de contribuinte.”
Voltei então ao campo X. Devia ter-me enganado.
Mas não…
Que raio…
Então não é que o campo X é um daqueles já preenchidos, onde nem sequer lhe toquei?!
E agora dizem-me que os dados estão incorrectos? Que quero enganar o estado!?
Humm…
Ou muito me engano ou a novela não acaba aqui…
*update: O que vale é que eu conheço um contabilista simpático ali para os lados de Évora…
Parabéns peixinho…
Sim, bem sabes que o padrinho é maluco! ;)
Nós normalmente apagamos logo quando não ficamos favorecidos nas fotografias. Já os políticos e famosos… bem… é de ver, é de ver…
… AQUI há muitas mais!
Há quem ande por aí a sonhar com pittas shoarma. E não são umas quaisquer, são as minhas!
Brevemente, num sábado próximo de si…
Achei graça hoje, quando voltei a reler este pequeno excerto do meu livro (Ela, Eles a nossa vida e Eu – brevemente à venda) e o achei muito próximo da minha realidade actual.
E depois ainda dizem que aquilo do Segredo e da força da Atracção são cantigas pegadas…
“No meio dos corredores do Instituto, a Dona Paula, a auxiliar mais atrevida de todas, corre na minha direcção para me avisar que me esperam no gabinete executivo.
O Director quer falar consigo. Pede-lhe que se apresse. Parece que tem de sair daqui a pouco e tem urgência em falar-lhe.
As suas frases saíram da sua boca com tamanha velocidade, no meio do cansaço da corrida, que fiquei parado a tentar perceber aquilo que ela me dizia.
Não ouviu professor? Pergunta-me ela por entre uma respiração ofegante. Quer que repita?
Depois de breves segundos, dou meia volta no meu percurso e dirijo-me até à sala do professor António.
Assim que entro, depois de bater na porta encostada, ele levanta-se da sua cadeira e diz-me que não vale a pena sentar-me, que quer mostrar-me uma coisa numa outra sala.
Sem dizer palavra, sigo-o por entre os corredores. Mais à frente encontro alguns dos meus alunos que me olham curiosos pela minha presença junto do director.
No fundo de um corredor estreito e escuro do terceiro andar, o professor António retira uma chave do bolso e roda-a na fechadura de uma porta igual a todas as outras.
Entre. Tenha cuidado com as caixas que estão no chão.
Lá dentro encontro caixas repletas de livros e estantes vergadas pelo peso de enormes volumes de enciclopédias e dicionários. Num dos cantos da sala, duas mesas corridas suportam duas velhas máquinas de escrever, uma pilha de folhas soltas e um computador coberto por um plástico preto.
Não compreendo o porquê dele me levar até ali. Talvez não esteja contente com o meu trabalho no Instituto e me peça que ajude a Dona Paula a limpar aquele lugar, como que comprovando que mereço um vencimento no final do mês.
Aqui funcionava a redacção do antigo jornal do Instituto. Durou pouco tempo. Não havia gente capaz de lhe dar continuidade e a correcção que ele merecia. Gostava de o voltar a publicar e peço-lhe que me ajude. Não haverá local melhor para os seus alunos publicarem os trabalhos que realizam nas suas aulas.
Fico assustado com o seu pedido. Acho que será uma grande responsabilidade e penso seriamente se a devo aceitar. A minha cabeça não me parece capaz de abraçar tamanho projecto. Os olhares do Instituto estarão todos voltados para mim e custa-me acabar por desiludir alguém.
Digo ao professor António que me dê algum tempo. Quero falar com os meus alunos sobre essa hipótese e auscultar as suas opiniões. Quero saber o que eles acham dessa ideia, porque sozinho tornar-se-á impossível levar a cabo tamanha missão. Eu próprio não me sinto motivado. Quem irá querer ler ou escrever num jornal se poderão com muito mais rapidez criar um blog na Internet e chegar muito mais longe?
O director volta a trancar a sala mas não volta a colocar a chave no bolso. Assim que encontra a Dona Paula, dá-lhe a chave e pede-lhe que “dê um jeitinho” naquele abandono.
E pensava eu que era isso que ele queria de mim.”
Um dia li num livro que passados alguns anos um professor de português encontrou um antigo aluno num lugar qualquer que agora não interessa. O professor reconheceu-o mas ele não reconheceu o seu professor. É estranho um professor lembrar-se de um aluno passado tanto tempo, tendo tido, entretanto, muitos outros. Com certeza de que se tratava de um aluno especial e que de alguma forma deixou as suas marcas.
Alguma conversa depois, o professor apercebeu-se que aquele aluno se tinha transformado naquilo que ele passava a vida a escrever nas suas composições e textos livres. Tudo aquilo que ele escreveu tornou-se realidade. Foi assim fácil para o professor, lembrar-se daquela personagem que povoava as histórias que ele levava para casa para corrigir.
Quem sabe um dia, num qualquer lugar, embora isso não interesse, volte a encontrar um antigo aluno.
Talvez eles não me reconheçam mas estou certo de que não terei a menor dúvida se me cruzar com eles nesse lugar qualquer.
Meus queridos Não-Professores, não queiram nunca saber o que é um PEI, um RTP, um CIF, um 3/2008, um PNL, um PAAA, nem tão pouco um PCT.
E eu a julgar que só na Economia é que havia siglas complicadas…
Estou morto.
Maldito PEI.
Roubado, descaradamente daqui, porque era tudo o que eu queria dizer hoje.
“Na vida, o que procuramos é esperança. Algo que nos faça crer. Alguém que nos explique que é possível. O que seja, é possível, precisamos tantas vezes de ouvir.
Parece simples. Mas muitas vezes o que nos falta, e tantas vezes nem nos apercebemos, é essa esperança, que ela nos venha de qualquer lado, seja por que meio.
Há que procurar essa esperança. E estar atento, não vá ela estar perto e não notarmos.”
De algum tempo para cá que tenho dado cada vez mais razão aos autores. Músicos, escritores, poetas, artistas plásticos, todos eles têm todo o direito de proclamar os seus direitos. Direitos de autor, é daquilo que se trata.
Hoje, na sala das fotocópias da minha escola, encontrei alguém a fotocopiar aquilo que outrora haviam sido umas fichas de avaliação por mim criadas. Não quis acreditar! Duas noites perdidas a criar textos originais, questões, exercícios e problemas, para agora as encontrar completamente desfiguradas, sem sentido, sem cabimento algum.
(Disse logo dois palavrões, confesso.)
Claro que fico revoltado.
Claro que sim.
E depois ainda vêm com a desculpa de que as têm de adaptar à turma bla bla bla, bla bla bla… Desculpas que não colam, que não me convencem e que me deixam ainda mais revoltado.
Ora, se não servem essas, então que criem outras! Que não as desfaçam, que não as tornem lixo de copia-e-cola.
Gentinha preguiçosa, que se encosta ao trabalho dos outros para fazer de conta que são profissionais.
(Mais dois ou três palavrões)
E pronto. Era só isto.
“ A MINHA TERRA “
« EU FAÇO PARTE DESTE POVO , DESTE MAR »
SESMATARIAS parte 4
Alô, Alô estou de volta a este espaço com mais um texto, mais uma sesmataria das minhas, tal como tinha prometido ao Amigo Manel que o faria logo a seguir ao Carnaval.
Obviamente que o tema deste texto só pode ser o Carnaval, mas muito sinceramente não sei como começar a contar uma das experiências mais bonitas que já vivi. “Que tal se começarmos do principio? “ eh ..eh..eh..vamos lá.
CARNAVAL……. Noutros textos já aqui falei sobre o quanto eu gosto do Carnaval, a festa que toma conta de mim e me leva a viver grandes momentos de animação e diversão numa determinada altura do ano mas que agora já me acompanha (a mim e a todos, acredito) durante um ano inteiro, porque todos nós pensamos no Carnaval no dia a dia até porque no carro vai tocando o CD das marchas que não permite que a nossa mente esqueça por um dia sequer a festa que queremos sempre lembrar. Também nas outras festas, nos jantares, nos convívios de amigos, nos casamentos a animação faz-se ao som das marchas por isso mesmo trazemos ao peito o Carnaval durante 365 dias.
Em 2010 algo de especial estava reservado para um Folião que vive intensamente esta festa e se entrega a ela para no que estiver ao seu alcance a tentar engrandecer ainda mais. A festa que é o Carnaval da Nazaré.
Nunca mais irei esquecer os momentos de felicidade que vivi na terra que tanto amo ao ser Rei de Carnaval 2010.
Tudo começou assim:
Nos primeiros dias de Janeiro andava eu ainda “inliáde” a fazer as letras das marchas que me faltavam, isto porque já tinha feito duas em finais de Dezembro (Neste Entrudo assinei seis marchas de Carnaval, a saber: Blékutes, Doçuras, Imperial Band, Tóquimbóque, a Gina da Banda Relante (grande malta, um Abraço) e também uma marchinha com a qual eu e o meu Amigo Taveira participámos no concurso de Marcha Geral 2010).
No dia 14 de Janeiro (uma quinta-feira), depois de mais um dia de trabalho dirigi-me a casa e sentei-me no sofá a ver televisão quando pouco tempo depois toca o telemóvel. Do outro lado estava o Sr. Presidente da Câmara Municipal da Nazaré Eng. Jorge Barroso a perguntar se me podia dirigir à Câmara, porque tinha algo para me comunicar, ao qual respondi que dentro de momentos lá estaria. Confesso que desconfiei logo de que assunto se tratava, até porque naquele dia era do conhecimento público que se iria realizar uma reunião com os grupos de Carnaval para eleição dos Reis.
Quando cheguei ao Salão Nobre já lá estava a Polcínia, onde nos foi comunicado que da reunião realizada pouco tempo antes, os Grupos de Carnaval nos tinham escolhido para Reis de Carnaval 2010. Á pergunta sobre se aceitávamos tal designação, fica-me na memória a resposta dada ao Sr. Presidente.
“ Sr. Presidente é uma Honra para mim ser Rei do Carnaval da Nazaré “.
Sim, foi uma Honra, uma Alegria, um Orgulho, uma Felicidade enorme ter sido Rei do Carnaval da minha Terra, da minha Praia, do meu Cantinho á beira-mar, da minha NAZARÈ.
Uma grande experiência. Única na vida de um Grande Folião. Carnaval vivido de uma outra forma.
Logo nos bailes que se seguiram após ter sido tornado público que éramos os Reis de Carnaval, começámos a sentir o carinho dos Nazarenos ao nos felicitarem por termos sido designados para tal.
Tentámos aceder a todos os convites que nos foram endereçados. Penso que não faltamos a nenhum.
Jantámos com os Grupos, estivemos nos lançamentos de algumas marchas, participamos em muitos karaokes, em entrevistas, gravámos os flash mob do Mar-Alto, tudo com muita alegria e orgulhosos de receber tais convites.
Marcava no calendário 3 de Fevereiro, dia de S.Brás, dia também da apresentação oficial dos Reis de Carnaval aos Foliões, dia em que recebemos a primeira grande manifestação de carinho do povo da nossa terra. Cantámos, dançámos e principalmente interiorizámos que éramos os Reis da festa que veste de alegria a Nazaré.
Avançando no calendário….7 de Fevereiro, Domingo Magro, dia do segundo baile de rua. Mais uma vez partilhámos toda a nossa alegria com a população e com todos aqueles que visitavam a Nazaré nesse dia.
O Carnaval da Criança era um dos momentos aguardados. Foi pena estar frio, mas a festa realizou-se da mesma maneira. Pavilhão Municipal da Nazaré repleto de pessoas e colorido com a alegria das crianças do nosso Concelho. Foi bonito brincar no meio da pequenada que nos olhava com toda a sua ternura e inocência como se ali estivessem dois Reis como aqueles que já ouviram falar nas histórias de encantar.
Senti-me feliz por estar ali perante aqueles (como disse na altura) que vão assegurar a continuidade do Carnaval da Nazaré e a brincar com muitos futuros Reis e Rainhas do nosso Entrudo.
Finalmente chegámos aos grandes dias de folia:
SÁBADO DE CARNAVAL – mais uma vez os «Tóquimbóque» almoçaram “Lá pá bandas da moitêra e brancos cmá cêra”. Este ano convidámos a Rainha Polcínia para almoçar com o grupo e foi para nós «Tóquimbóque» uma grande alegria a sua presença neste nosso convívio de Carnaval.
DOMINGO DE CARNAVAL – dormi pouco na noite de sábado para domingo, não que me tivesse deitado tarde mas porque a ansiedade apoderou-se de mim. Estava a chegar o primeiro momento alto da festa.
Foi maravilhoso o Domingo de Carnaval: quando cheguei ao Palácio, o fato que iria vestir nesse dia já esperava por mim em cima de uma cadeira. Vesti-me em poucos minutos e o nervoso aumentava a cada segundo.
Nervoso esse que desapareceu completamente quando mais a Polcínia nos dirigimos à varanda e nos deparámos com aquele “Quadro” de alegria e cor que nos foi pintado pelas Bandas Infernais.
Naquele momento senti-mos o tal arrepio na espinha….a responsabilidade…nós que estávamos ali escolhidos por aquele “Mar de Foliões” para os representar na festa de 2010.
No meio daqueles Foliões que nos felicitavam, que nos cumprimentavam, que nos abraçavam, sinceramente sentíamo-nos mesmo uns Reis tal o carinho demonstrado.
E lá partimos todos numa alegria contagiante.
Lembro a imagem bonita quando ao parar perto da rotunda do pavilhão e ao olhar-mos para o Sitio vimos a estrada preenchida com a alegria das Bandas Infernais que atrás do carro dos Reis não paravam de dançar e cantar no compasso daquela festa, como que nos incentivando ainda mais: “Força nós estamos com vocês.”
Chegámos á Pederneira onde desfilámos pelas ruas no meio dos foliões que faziam a festa, ao som das tarólas e outros instrumentos.
Marginal repleta de visitantes que uma vez mais vieram à Nazaré ver aquele que é o Carnaval mais típico, mais tradicional e mais espontâneo de Portugal e nem o tempo cinzento os demoveu até porque perante si desfilava a cor, a alegria, a diversão do nosso Entrudo.
Olhava para aquela multidão, olhava para a minha Rainha e posso-vos dizer muito sinceramente que era pura e verdadeira a Alegria que de nós irradiava. Naqueles momentos éramos com certeza duas das pessoas mais felizes do mundo.
Guardo no peito todas as manifestações de carinho dos grupos de Carnaval que um a um nos iam felicitar ao palco e onde dançávamos e cantávamos alegremente.
Findo o desfile de Domingo só tive tempo de ir a casa trocar de indumentária. Despi o fato Real e vesti o dos “Salta pá Terra” e “siga a dança” porque a festa não podia parar.
SEGUNDA-FEIRA – há muito que já estava definido a participação do Carnaval da Nazaré no programa “Portugal no Coração” da RTP1 e lá fomos nós muito animados para Lisboa.
Dia de muita Animação, Riso, Riso e mais Riso.
Para alem dos Reis 2010, o Carnaval da Nazaré esteve representado também pela cegada de Ana Maria Mendes senhora que muito estimo e admiro e que se fez acompanhar da Lizete, da Lidia e do grande Amigo Pompeu. O Pompeu é sem duvida um grande Amigo e posso dizer-vos que foi das primeiras pessoas que me ligaram a felicitar pelo facto de ter sido escolhido para Rei de Carnaval 2010. A sua alegria e animação contagia qualquer um e garanto-vos que onde ele estiver a tristeza nem se “astréve” a aparecer.
Animação e Alegria é o que não falta no grupo de Carlos Maranhão “os Independentes” que foram connosco também, assim como a beleza e simpatia das “Doçuras”. Um elogio grande à Natacha que continua com as suas meninas a dar mais cor ao nosso Carnaval. Podem contar com a minha colaboração sempre que precisarem: longe vai o ano de 2003 em que escrevi a primeira marcha das “Doçuras”, parece que foi ontem mas já vamos em oito marchas. Um beijinho para vocês.
Também connosco em Lisboa na segunda-feira esteve o Presidente da Câmara Municipal Eng. Jorge Barroso.
Foi um dia em cheio para o nosso Carnaval que através da televisão se mostrou uma vez mais ao Mundo.
TERÇA-FEIRA – mais tranquilos, mas nem por isso menos nervosos até porque a chuva teimava em cair.
No Centro Cultural onde vesti a segunda indumentária Real, lá ia eu espreitar á janela de quando em vez a ver se a chuva parava….e nada.
Mas o S. Pedro é nosso amigo e momentaneamente a chuva cessou, permitindo dessa forma que o nosso Carnaval saísse à rua uma vez mais, e lá estávamos nós outra vez a desfilar e a brincar no meio dos foliões do Carnaval da Nazaré e nem a chuva que mais para o fim do dia regressou nos impediu de o fazer.
Molhados???? Molhados de quê???? A única chuva que sentia-mos era a chuva de alegria e felicidade que brotava dos olhos de todos nós e de quem nos visitava que heroicamente resistiu e assistiu até passar o ultimo carro alegórico.
Terça-feira de Carnaval é dia também da visita Real ás salas de baile: em todas as salas fomos muito bem recebidos e desde já o nosso muito obrigado.
Começámos por Famalicão, seguindo-se a Pederneira e o Planalto onde cantámos a Marcha Geral com as bandas que abrilhantaram o Carnaval nessas salas.
Terminámos depois em apoteose no Mar-Alto e no Casino.
Nunca, Nunca mais me vou esquecer.
- Mar-Alto…., onde tenho um grupo de grandes Amigos (sobre os quais já falei nestes textos) e onde sempre me senti um Rei.
Foi LINDA a vossa recepção. OBRIGADO AMIGOS.
- Casino…, a minha casa, a minha sala estava também repleta para nos receber e nos manifestar toda a sua alegria e carinho. Confesso que me emocionei. LINDA toda festa que foi preparada.
O meu muito OBRIGADO a toda a direcção do Rancho Folclórico Tá-Mar da Nazaré.
E assim concluíamos mais um dia repleto de emoções.
Na QUARTA-FEIRA de cinzas participámos no Enterro do S. Entrudo, cuja realização esteve uma vez mais e muito bem a cargo do grupo dos “Independentes”.
Para concluir este texto guardei os agradecimentos gerais:
- Começo com um agradecimento muito especial á minha Rainha.
Obrigado por tudo Polcínia, foi uma honra para mim ser Rei de Carnaval ao lado de uma Rainha tão simpática, tão alegre, tão divertida como tu. Uma Rainha que vive intensamente esta festa. Entre nós existiu sempre sintonia em todas as decisões. Fica uma grande amizade e uma história em comum, a história do ano em que fomos Reis do Carnaval da Nazaré.
- Um agradecimento também ás pessoas que nos ajudaram nesta experiência fantástica e nos acompanharam mais de perto: obrigado Albertina, obrigado Carla Bulhões e está descansada que eu não digo á tua mãe que estiveste a coser uma pregadeira no lenço do Rei, obrigado Fernando, obrigado Emílio por toda a amizade e dedicação aos Reis.
- Quero agradecer também á minha esposa que neste Carnaval foi incansável para que nada faltasse ao Rei e para que a minha única preocupação fosse apenas a de desempenhar da melhor maneira as funções que me tinham sido atribuídas.
- Um muito obrigado também á Câmara Municipal da Nazaré e ao Sr. Presidente Eng. Jorge Barroso, sempre preocupados connosco: “ Se estava tudo bem? Se precisávamos de alguma coisa? “ Obrigado por tudo.
- Obrigado pessoal dos Rolhas - Grande malta – Entre nós Reis e vocês, fica também uma grande amizade. Uma vez mais vos agradecemos por tudo, foram impecáveis.
Já apreciava e admirava o trabalho dos Rolhas á muitos Carnavais. Sempre gostei dos carros alegóricos que faziam, nunca imaginando que um dia iria desfilar num.
Um carro Majestoso que nos permitiu ter a noção Real da verdadeira dimensão do Carnaval da Nazaré, até pela vista privilegiada que nos proporcionava.
Continuem a trabalhar assim para o nosso Carnaval, a Nazaré agradece.
- A todos os grupos de Carnaval uma vez mais muito obrigado.
Agora sim…para concluir…, poderá parecer que é uma formalidade, ou que fica bem dizer o que vou escrever a seguir até porque todos os Reis dizem o mesmo, mas acreditem que é mesmo verdade.
“ Se um dia vos convidarem para Reis do Carnaval da Nazaré não hesitem sequer um segundo em aceitar, porque viverão uma experiência única na vida, e nem se preocupem com o que os outros possam achar ou pensar porque se foram escolhidos pelos Grupos de Carnaval é porque são grandes Foliões e merecem ser Reis do nosso Carnaval.
OBRIGADO a todos por tudo. Aos que nos apoiaram e gostaram de nós…os que não gostaram, respeitamos, mas garanto que demos e fizemos o nosso melhor e apenas com um objectivo: Engrandecer e Dignificar ainda mais o Carnaval da Nazaré e todos os Nazarenos que gostam e vivem de corpo e alma esta festa que nos contagia.
Viva o Carnaval da Nazaré
A ti Manelito, obrigado por me deixares partilhar com todos toda a alegria que senti em mais um Carnaval e continua com este teu blog a divulgar a minha Terra que já é tua também.
Àh……só mais uma coisa: já faltou mais para o CARNAVAL 2011. Já me lá quer ver.
Um Abraço e até á próxima.
ANTÒNIO LOPES
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É com grande orgulho que faço esta publicação no meu blog. Obrigado António! É sempre um prazer ter-te por aqui.
Vende-se quinta de quatro mil hectares, com campos cultivados com abóboras, trezentas cabeças de gado, um galinheiro com oitocentas e cinquenta e três galinhas, dez patos, três tractores e meia centena de fardos de palha coloridos. O único inconveniente são os vizinhos, todos eles viciados. E nós bem sabemos do que os viciados são capazes para “cultivar” o vício…
Aliás, não se vende. Ofereço-a e ainda sou capaz de ser eu a pagar para que a comprem. Então?! Quem é que está interessado na minha quinta do Farmville?
Tudo começou como nos livros da Anita. Numa espécie de mini-quintal com uns pezinhos de ervilhas, uma enxada e um regador. Depois veio a primeira vaca, a primeira galinha e a primeira macieira. Começaram a surgir os primeiros fardos de palha e até houve quem me oferecesse um cavalo. Fui semeando, arando, lavrando, colhendo laranjas, adubando o arroz (tudo isso enquanto assobiava a melodia da série Verão Azul e me sentia um perfeito eng. Sousa Veloso – sem as patilhas fartas) e quando dei por mim a minha quinta tinha quadruplicado de tamanho e em vez de perder cinco minutos nas lides agrícolas, perdia agora quase uma hora.
Não podia ser! Estava a demorar tanto tempo a tratar da quinta que quando me levantava da cadeira me doía mais as costas do que se tivesse cavado todo o IC19 com uma sachola minúscula. Deixei-me disso a tempo. Abandonei as vacas, o trigo, as túlipas holandesas e os patos…
Para aqueles sortudos que não fazem a menor ideia do que estou a falar, eu explico num parágrafo: a quinta é um jogo onde fazemos de conta que somos agricultores e plantamos produtos tão saudáveis como a batata doce e a soja. Primeiro temos de preparar a terra e só depois lhe deitamos as sementes. Resta-nos então esperar (de uma hora a 4 dias, dependendo daquilo que plantarmos) e depois do tempo passado, não nos podemos esquecer de colher o produto, senão apodrece tudo e ficamos inconsoláveis durante meses.
Há quem diga que aquele casal da Coreia que foi preso a semana passada por ter deixado morrer à fome a filha de três meses, enquanto jogavam jogos online, eram os reis do Farmville! Eu cá não duvido nada! Quem se mete na quinta fica quase sem vida própria…( e quem não concordar… que atire a primeira beringela!)
Os bonequinhos são tão bem feitos, tão fofinhos, tão coloridos, que quando damos por nós estamos acordados até às cinco da manhã só para podermos colher os rabanetes. Sei de casos de pessoas que se deitam e programam o despertador para as quatro e meia da manhã, para poderem ir tosquiar as ovelhas ou apanhar o grão-de-bico. Dedicação, doença ou vício? Vício! E do grande! Ou será doença?
Seja lá o que for, o que é certo é que os agricultores farmville se multiplicam a cada segundo. Ninguém consegue fazer crescer a sua quinta sozinho. Tem de ter amigos. Vizinhos, como lhe chamam por lá. Depois passam horas a trocar parafusos (para construírem estábulos) e balões de ar quente. Até apelam nas redes sociais coisas dantescas: “só me falta um parafuso! Preciso de ajuda”, ou “quem me dá uma mãozinha?”, ou “amigos, preciso de ajuda, a minha vaca fugiu”…
Eu gostava mesmo era de ver estes agricultores de galochas, com a mão na enxada e a bosta das vacas nos pés. Deviam dar-lhe um kit-agrícola e enfiá-los todos no relvado do estádio da luz a plantar alfaces! Isso é que era de valor…
No fundo tenho pena deles…
São viciados…E os viciados nunca admitem o vício. Não é mesmo?
Bom, por hoje é tudo! Despeço-me com amizade. (onde é que eu já ouvi isto?)
Manelito Caracol
Da série boas-bandas-portuguesas-que-cantam-em-português, deixo aqui mais uma. E das boas*.
PS.- E por falar em boa música portuguesa, mas que raio foi aquilo que ganhou o festival da canção?
*Todo o álbum é genial.
De quando em vez gravo pequenos poemas que guardo numa pasta escondida no computador. Os poemas não são meus. Encontro-os ao acaso nos livros, em folhas soltas ou em páginas da internet e depois gravo-os com a minha voz. Na verdade, eu não gosto de ouvir a minha voz mas gosto de ouvir aquilo que ela lê. E às vezes, muitas vezes, dou comigo a abrir a pasta e a ouvir um ou outro por qualquer razão.
É quase uma coisa pirosa e doentia, bem sei. Mas também não sei por que razão resolvi eu hoje publicar isto aqui…
Por que é que o Hambúrger do anúncio é sempre mais bonito do que aquele que lhe dão a comer?
Ora, por causa disto…
Eu devo ser o rei dos acidentes de viação. Já lhe perdi a conta. Talvez mais de meia dúzia, pelo menos daqueles que me lembro.
A razão, quanto a mim, é muito prática: conduzo mesmo muito mal. (Ainda hoje não sei como passei no exame de condução – e não, não subornei ninguém…)
Conduzir para mim é uma autêntica obrigação. Faço-o sem gosto, sem vontade, só porque tem de ser.Então, das duas uma… eu não gosto de conduzir porque conduzo mal ou conduzo mal porque não gosto de conduzir. Sei lá, nem me interessa.
Inerente a esta alegoria, surgem todos aqueles aspectos que a condução traz normalmente no atrelado e os quais eu também ´expresso um expressivo´ ódio: atestar o depósito, revisões, inspecções, ar dos pneus, filtro do não-sei-quê… quero lá saber…
E tudo isto vem a propósito de que ainda há 4 meses espetei com o carro num outro que seguia na faixa contrária e hoje, bem cedinho, me ia atirando outra vez para fora da estrada…
Diz que a estrada molhada, a chuva e as travagens são perigosas… E se for eu o condutor do carro a coisa torna-se ainda mais perigosa!
E amanhã, como estará o tempo?
Ainda há quem se surpreenda?
E pelo menos até domingo a coisa vai manter-se. Palavra de meteorologista.
O YouTube está a disponibilizar - ainda em fase de testes - uma nova funcionalidade que permite executar listas de reprodução com temas de um mesmo artista, compiladas automaticamente pelo serviço e tocadas em contínuo.
Chama-se YouTube Disco e obedece à máxima "Find. Mix. Watch" (procura, mistura e vê) e permite usar o serviço como se de uma espécie de leitor de música se tratasse, mantendo os utilizadores "agarrados" ao site por mais tempo.
O utilizador só precisa de introduzir o nome de um artista ou tema e o site gera, a partir do seu acervo de vídeos, uma playlist com essa e outras músicas do mesmo autor, que são reproduzidas sequencialmente sem necessidade de voltar aos comandos.
in Sapo[+]