Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

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Arte

Este eu já tinha publicado no Facebook, mas é tão bom que teve de vir também para aqui…

A melodia excelente, o vídeo excelente, e a letra, bem, a letra parece que foi feita por medida…

Quociente silencioso

 

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O silêncio vai avançando aos poucos e ocupando todos os pequenos espaços, todas as pausas, todas as vontades. E quando menos se espera, o silêncio já engoliu as palavras ou as aprisionou nos dicionários. Mas estas poucas palavras que consegui esconder do silêncio, eu escrevi aqui. Porque o silêncio não consegue ser livre nem leve. O silêncio carrega a bagagem de quem já ouviu demais, de quem, ironicamente, precisa dele por momentos. E é por isso que o silêncio dói…

Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Qualquer coisa sem sentido.

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O que mais me agrada é o sorriso que tenho na cara, como se tivesse acabado de assistir a um daqueles vídeos que encontramos na net, que nos mostram pessoas a darem trambolhões gigantes.

É tão divertido tudo isto, que merece até uma comemoração. Vamos lá comemorar então!

A partir de hoje (e que fique aqui registado para a posteridade) nada mais será como dantes. Cansei-me. A sério. Cansei-me mesmo e nada me fará voltar a trás.

A partir de hoje (e ficará também aqui registado) vou fazer questão de me salvaguardar dos estilhaços.

A vida é mesmo assim. É feita de surpresas e, infelizmente, de finais previsíveis. E eu bem que previa, há muito, um final assim.

O curioso é que estou com um sorriso no rosto.

Será dos comprimidos que tenho andando a tomar nos últimos dias?

 

Domingo, 25 de Abril de 2010

Loiça

 

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Eu, que ficava sempre a perguntar-me e tentanto entender as coisas (e muitas vezes ainda fico) resolvi escutar. Curiosidade demais não faz bem. Tentar adivinhar os porquês também não. Mas agora estou mais calmo. Pronto pra ouvir outras respostas. E vou vivendo cada coisa de cada vez. Mudei os meus pedidos. Os meus anseios. E agradeço mais. Mas as coisas só começam a fazer sentido quando deixamos o tempo passar e olhamos para trás. E aí sim, tudo parece que foi encaixado perfeitamente. Cada coisa que fiz certo, errado e que tentei fazer mas não consegui parece mais óbvia e clara hoje. Só por isso é que eu tenho a certeza de que vai acabar tudo bem. Porque a vida é um ciclo. Tudo tem início, meio e fim. As coisas boas, as coisas más, os amores e desamores... E o mundo gira, gira e gira, incansavelmente até que as coisas que devem acontecer realmente acontecem...

(e hoje tudo isto faz mais sentido do que nunca)

Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

Mas o que é que se passa lá para aquelas bandas?

Ontem e hoje, na Nazaré.  [correio da manhã e diário de notícias]

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A do uísque eu ainda compreendo, agora a das facas… Mas para que seriam as facas? 84 facas!?!?! Só se eram para amanhar peixe na lota…

Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

O Reencontro, depois do voo

 

Já dizia o saudoso Henriques Mendes que a vida é feita de encontros e desencontros (eu cá também acho que é igualmente feita de encontros e encontrões, mas isso é uma história para depois), e hoje souberam-me muito bem alguns reencontros…

Mas porque será tão difícil descrever esses reencontros? Porque não é possível passar para o papel as ansiedades que antecedem esses reencontros, a alegria que se tem quando eles acontecem e, principalmente, como explicar o regresso ao passado que se faz - qual passageiros de uma máquina do tempo - tornando-nos outra passado?

Reencontrei alguns dos meus alunos de há 7 anos atrás. Poderia ser apenas um reencontro, não tivessem sido esses alunos os meus primeiros alunos… aqueles de quem mais nos lembramos!

E que bom que foi saber deles! E que bom que foi saber como estão, o que fazem e como cresceram. (e a avaliar pelo M. cresceram bastante! Mais vinte quilos e mais dez centímetros do que o professor…)

Estás a ficar velho Manel!

:)

 

E porque tem tudo a ver…

Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Uma espécie de paz

 

asas. quem me dera...

Por que razão não sinto aquilo que deveria estar a sentir? Será do Pré-Verão, que alegra os dias?

Se for, melhor… o que é certo é que uma espécie de paz me atravessa o espírito.

Ainda devem ser resquícios das férias alojados no cérebro…

Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

Shakira à Portuguesa

Bem, chega de choros, haja Alegria

La tienda de la Oca

Quáaaaa quáaaaaO primeiro e único ganso espanhol que eu conheci foi o do Jogo do Ganso, que dava na tv, nos primeiros anos da TVI. Sim, aquele com uma música que não nos saía da cabeça, uma piscina e um barbeiro que rapava o cabelo dos concorrentes…

Hoje descobri outro. EL GANSO, uma nova loja em Lisboa que me deixou completamente rendido… (eu disse com.ple.ta.men.te)

clique e visite o site oficial da marca!

E é assim mesmo. Uma vez mais os nossos vizinhos espanhóis nos ganham em bom gosto…

Bem, agora vou ali confirmar o planfond do meu cartão de crédito e dar uma voltinha por aqui

Domingo, 11 de Abril de 2010

Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

Interrogações

 

 

porque será que o

tempo não pára?

(nem que fosse só um bocadinho…)

 

?

Saúde. Lugar Comum.

 

quando a saúde nos falta, parece faltar tudo...

Lugar comum. Referirmo-nos à saúde como aquilo que de melhor podemos ter. É a mais pura das verdades, certamente. Mas assim como todos os lugares comuns, acabamos por nos esquecer disso, porque gozamos de saúde, porque nem sequer nos lembramos de como seria se ela nos faltasse e estamos mais preocupados com a felicidade, o dinheiro, o amor, o dia-a-dia...

Depois, quando ela nos falta (e ela consegue fugir-nos em questão de segundos), dependendo do seu grau, sentimos um murro no estômago, um turbilhão de sentimentos, como se nos tivessem roubado a alma. Medo, incerteza, dor, desespero, tristeza, preocupação. É isso que fica. E é isso que, nesse instante, supera a felicidade, o amor e todas essas certezas que julgávamos o pilar de tudo.

Por isso eu peço sempre o mesmo desejo, no início do ano, enquanto engulo as doze passas. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Saúde. Doze vezes saúde. Apenas isso. E com isso entendo conseguir tudo o resto.

Custa ver a saúde de alguém a fugir, especialmente de alguém que julgávamos incapaz de se prostar a qualquer tipo de doença. Custa mais ainda quando vemos lágrimas a cair, incapazes de trazer de volta a saúde. São as lágrimas do medo, da incerteza, da dor, que nos prendem o pensamento e são capazes de nos deixar ainda mais doentes do que a própria doença.

Mas,

Eu tenho esperança. Fé. E acho que é isso que deves ter.

Eu cá acredito. Muito. E acho que é isso que deves sentir.

Eu desprezo a doença. Não lhe dou importância. E acho que é assim que deves agir…

E eu cá estarei, aí, aqui, sempre que for preciso…

Bem, tu sabes…

;)

Fama-News

 

Ora clique lá no microfone para ver o vídeo!

Correio da Manhã no seu melhor…

Indecisões… (volume X)

Não sei se gosto mais deste…

Ou deste…

 

E que anúncios fantásticos têm andando por aí…

Terça-feira, 6 de Abril de 2010

Da série “Notícias-que-não-interessam-a-ninguém”

cheira-me a esturro!

A análise das impressões digitais e os scanners dos aeroportos já se entranharam no dia a dia da população mundial, cada vez mais habituada a normas apertadas de segurança e identificação. Mas agora, na Universidade de Bath (Inglaterra), um grupo de cientistas defende a tese de que o nariz é a melhor forma de identificar uma pessoa.

Adrian Evans, académico daquela universidade, explicou o projecto que envolveu um grupo de 40 voluntários: "Com várias fotos de cada voluntário, de diferentes períodos de tempo, poderíamos testar até que ponto era possível reconhecer a pessoa vezes a fio usando apenas o nariz."

As conclusões satisfizeram a equipa responsável pelo estudo. Evans acredita que pode estar aqui a base para novos métodos de identificação e controlo de segurança, embora também reconheça que os narizes podem ser alterados com recurso e cirurgias e próteses.

in IONLINE

The Door to Hell

 

Se está a pensar em marcar férias, deixo aqui uma pequena lista de 10 locais que ninguém vai querer conhecer…

ESTÁ aqui um cheiro estranho, não está? Address: Derweze, Turkmenistan

This has featured on listverse before, but it would be remiss of us to exclude it from this list. While drilling in Derweze in Turkmenistan in 1971, geologists accidentally found an underground cavern filled with natural gas.

Os outros 9, AQUI

Anita

 

Quando não temos mais nada do que fazer, inventamos coisas…

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A Chávena Cor-de-rosa

Beijei outra vez a tua mão. Reparei que estava quieta, pousada onde a tinhas deixado. Viraste o rosto e disfarçaste a tua ausência. Apenas a tua mão continuava lá, perdida no meu peito, à espera de outro beijo fugaz, enquanto o teu corpo e o meu não resolvessem sair da cama.
Tinha os olhos a fechar quando senti a tua mão a abandonar-me. O vazio despertou-me rapidamente, como se tivessem acabado de me acordar ao som de uma fanfarra. Perdi-te, pensei.
Palmilhei o corredor descalço, rapidamente, de olhos vivos como lanternas nocturnas. Procurei-te no teu cadeirão junto ao sofá da sala, onde costumas ficar, quieta, quando me dizes que estás com pouca paciência e que não te apetece falar, enrolada na tua manta felpuda que costumas borrifar com perfume. Não estavas. Estranhei. Apressei depois o passo e empurrei a porta da cozinha para que pudesse espreitar a tua chávena cor-de-rosa em cima da bancada. Continuava lá, desde ontem à noite, quando a lavaste depois de a teres usado para te afogar em café com gelado antes de te deitar. Esbocei um breve sorriso. Sabia que não me tinhas deixado. Jamais partirias sem a tua chávena cor-de-rosa.
Enquanto voltava novamente para o nosso quarto, comecei cada vez mais a sentir o vazio que a tua mão provocou no meu peito. Ainda há segundos lá estava, assim como tu. Ponderava amarrá-la lá para sempre, com cordas grossas e nós de marinheiro, quando fui novamente despertado do meu sonho.
Já são 9?
Ouvi a tua pergunta mas não te consegui ver. Rodei a cabeça em todas as direcções e só algum tempo depois consegui encontrar o teu reflexo no espelho do quarto. Estavas de pé, entre a janela e o cortinado violeta cuja bainha andavas a adiar de semana para semana.
Não, deve faltar pouco. - respondo. Tens de ir a algum lado?
Não acredito que é domingo outra vez. Estou cansada dos domingos. E amanhã já é segunda, outra vez...
Fiquei calado. Sabia que nada que eu dissesse naquele momento te faria sentir melhor. Irias sempre arranjar um motivo para ficar com a razão.
Estive a pensar.
Mantive o silêncio, sentei-me na cama e fixei o olhar nas bainhas do cortinado presas com clipes do escritório. Estiveste?
Sim Manel. E acho que tens razão.
Desta vez senti a tua mão no meu peito em forma de soco. Senti-a entrar no meu peito e espremer o coração até derramar o resto de incerteza que por lá se encontrava.
Não dizes nada?
Continuava mudo. Sem saber o que dizer e os clipes do cortinado até já nem me pareciam assim tão mal. Tens a certeza? - perguntei.
Acho que sim... Anita, vai chamar-se Anita.
Nessa altura viraste-te para mim e pude ver novamente as formas da Anita na tua barriga. Redonda, empinada, aconchegada no teu pijama de Inverno. Aproximaram-se de mim. Tu, a tua mão e a Anita. Quando me tocaste eu estava novamente a sorrir, feliz.
Mas sabes uma coisa? - perguntaste. Eu e a Anita temos um desejo...
Mantive-me calado, uma vez mais.
Agora vais ter de ir até à cozinha e encher a minha chávena cor-de-rosa com café e duas colheres bem cheias de gelado de baunilha.
Gelado?! Café?! Outra vez? Apetece-te café agora?
Não. Café não me apetece, mas com gelado até apetece...

O e-mail.

A - minha - Páscoa no – meu - Alentejo

o meu alentejo...

Se uma imagem vale mais do que mil palavras, muitas imagens valem por quanto?

:)